No Brasil, a gente chama a pizza com abacaxi de Califórnia, nos EUA, de Hawaiana, aqui na china, simplesmente de pizza porque parece que tudo que a gente come aqui é meio doce. Até o arroz branco é meio doce. A Sapha e o Anselmo que iriam adorar. Além de adorar tudo meio doce, outra paixão dos chineses é o Michael Bublé (!!!), quase toda loja que eu entrei ontem, tocava alguma música dele, e isso porque eu fui num dos maiores shoppings da Ásia, o Harbour City com 2 milhões de metros quadrados e mais de 700 lojas entre Prada, Chanel, Louis Vuitton e muito mais. Lojas próprias de cada marca com produtos originais e não “olizinais” à preços não surpreendentemente baixos, mas melhores que os de Sampa. Camisas da Tommy Hilfiger entre 60 e 100 reais e vendedoras super simpáticas. Uma experiência muito boa. Amanhã vou pra Shenzhen, uma zona franca do sul da China, na fronteira com Hong Kong. Pra entrar lá precisa de um visto especial válido por 5 dias, que a gente solicita saindo do metrô, e sai na hora. Agora tenho que sair pois são 7 da manhã e já tô acordadão devido à diferença de fuso horário. Vou tomar café na Starbucks e visitar o HKTDC, uma feira de artigos eletrônicos.
Um ablaço pla todos e aloz flito à vontade.
Postado por Ricz em Interlink
E o Anselmo (
http://coap.wordpress.com/) quadrinizou uma piada interna que vem desde o primeiro filme do Batman… aquele do Tim Burton. Mas ele acha que só a gente vai entender…

Postado por Ricz em Interlink
Perfeito exemplo de um “momento vergonha alheia”
Do holocausto nuclear à colisão com Hercólubos, o planeta que se aproxima para um choque com a Terra, o fim dessa coisinha redonda que chamamos humildemente de mundo é usado pelas religiões para apavorar o “fiel” e mantê-lo sob cabresto curto, por místicos em geral como destino de “profecias” baseadas em datas “cabalísticas”, temas de filmes, livros, quadrinhos e também das muitas teorias de mesa de boteco que mais que ocasionalmente compartilho com meus amigos.
Sou declaradamente pró-fim do mundo, acho que a humanidade já deu o que tinha que dar e se acabar tudo agora, pelo menos não preciso quitar o Amex, o que já é um lucro, segundo meu ponto de vista.
Mas o interessante não é o fim em si, mas a maneira como chegaremos a ele. Nada de sete selos, sete trombetas, sete anjos e sete filmes do Harry Potter, não, não. O progresso com certeza nos trouxe perspectivas muito mais originais e criativas do que se era possível imaginar quando aqueles velhinhos judeus escreveram a bíblia.
Segundo a Sapha (www.vidaordinaria.com.br), terminaremos soterrados e afogados em isopor. A reação química responsável pela produção do sintético falharia e sem interrupção, o isopor se expandiria e multiplicaria até dominar toda a superfície do planeta, destruindo todas as formas orgânicas de vida. Com as iniciativas ecológicas para diminuir cada vez mais o consumo de isopor, imagino que tem muito mais gente que acredita nessa possibilidade, defendida pela Sapha desde 1999 (Por sinal, ano de número bastante “cabalístico”). Talvez o isopor tome conta de tudo, claro, desde que a possibilidade prevista pelo Anselmo (http://coap.wordpress.com) não acabe com tudo antes…
(continua em breve…)
Mais uma vez eu mudei o tema do blog. Em minha última mudança, escolhi um tema no estilo “Magazine”. O primeiro comentário foi do Sel, que me disse que tinha ficado com cara de portal. É um comentário enigmático, pois não dá pra saber se significa que é bom ou ruim. Aí veio o Master dizendo que tinha ficado muito louco.Na sequência, o Beto me fala que não tá conseguindo ler meu blog, pois estava complicado demais. Eu tinha imaginado que o layout anterior mostrava mais conteúdo, mas a Sapha vira pra mim e comenta que estava completamente perdida, pois parecia que tinha conteúdo demais.
Dei uma olhada nos blogs amigos e vi que a maioria tinha cara de blog mesmo. Então pensei, se é mais prático, por que não simplificar? Taí o tema novo, aguardo as críticas e comentários.