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MR: O Assassino Terrivelmente Lento Com A Arma Extremamente Ineficiente

Nesse fim de semana, assisti um curta metragem hilário. “O Assassino Terrivelmente Lento Com A Arma Extremamente Ineficiente” é feito como se fosse um trailer de um filme de terror, e é tão surreal que fez o Beto me perseguir com uma colher após assistir. Como é um curta, não posso dizer muito sem contar a história toda, então procure para baixar por aí que é moleza achar.

Tentei postar um trailer aqui, mas foi removido do youtube por direitos autorais… :(

MR: Hell

Uma burguesinha francesa de 19 anos, metida a Christiane F.,  arruma um namorado que caga dinheiro e em poucos meses afunda a vida de ambos em cocaína, paranóia e surtos psicóticos. Filme baseado em livro autobiográfico, lembra uma versão anos “00″ do filme “Kids”.

Diretor: Bruno Chiche
Elenco
Nicolas Duvauchelle
Sara Forestier
Dídier Sandre

MR: Dead Set

Não é novidade para ninguém que sou um grande fã de filmes de zumbi, e por mais tosco que seja o filme, eu sempre me divirto. Procurando novidades no gênero, encontrei a original e muito bem produzida série do E4 (canal de TV inglês): Dead Set.

Por outro lado, nunca fui fã de big brother. Das sei lá quantas edições brasileiras, acompanhei a primeira completa e alguns trechos da penúltima, mas acho que a fórmula  já está bem desgastada. O que big brother tem a ver com isso? Dead Set usa a idéia original de misturar zumbis com o reality show mais famoso do mundo.

Enquanto o apocalipse zumbi transforma a Inglaterra no caos, os participantes do Big Brother, completamente alheios ao que acontece fora da casa, esperam o “paredão”. Até que as câmeras da casa param de se mover e os suprimentos começam a ficar escassos. Os participantes vão ao “confessionário” tentar um contato com a produção e percebem que alguma coisa errada aconteceu com o programa…

MR: Leatherface: O Massacre da Serra Elétrica 3

Dirigido pelo mesmo Tobe Hooper do original de 74, esse filme nos faz duvidar que Hooper tenha mesmo dirigido “Poltergeist”.

Dupla de jovens se perde em estrada no Texas e é pega pela família Hewitt, em configuração diferente da que conhecemos no remake e no “O início”. Leatherface, conhecido nessa versão apenas como Jr, parece um boneco de Olinda da Gretchen e algumas cenas são tão absurdas que não dá pra acreditar que passaram pela edição final. Em uma delas, a serra cai em um lago, mas não afunda, fica girando, girando e girando, até conseguir acertar a cabeça do negro que lutava com Leatherface no momento. A serra não afunda e o negro não morre após ser atingido na cabeça. Aliás, ele também não morre após ser atropelado por uma caminhonete.

A conclusão é que é quase pior que “Medo em Cherry Falls”.

E o Leatherface parece um boneco de Olinda!

E o Leatherface parece um boneco de Olinda!

Who watches the watchmen?

Não li Watchmen. Pode parecer sacrilégio para alguns, mas até pouquíssimo tempo atrás, tudo o que sabia sobre Watchmen é que era uma HQ cultuada. Tão importante para o universo da HQ quanto o Conan para o Manowar. Tinha visto algumas capas também, e a imagem que eu tinha era o Smiley amarelo e a máscara bizarra do Coruja. Acho que também vi um poster azulão com o Dr. Manhattan, alguma vez passando pela Comics.

Dito isso, pouco tempo atrás, aluguei um filme que agora nem me lembro qual, e antes do filme tinha um trailer que me deixou de boca aberta. Na metade do trailer, eu já tinha percebido que seria Watchmen. No dia seguinte, comentei com o Raul, o meu consultor oficial para assuntos cult, e ele me adiantou um pouco do que era “o grande lance” por trás de Watchmen, e porque a série era considerada tão importante.

Um pouco menos “boiando”, me preparei para o cinema e um dia depois da estréia, estava lá, com meu saquinho do Méqui Donis na poltroninha do cinema, disposto a trocar uma tarde de sol escaldante por 3 horas de ar condicionado e a adaptação mais esperada da história das HQs.

Já na abertura notei que o filme não era para as massas, não seria facilmente digerido e absorvido pelos fãs do Super Homem. Parece que você está conectado a um soro de nostalgia e esse clima toma conta de você durante todo o filme. Não é um filme de heróis, é mais como “E se o Batman contraísse sífilis?”. Cenas importantes da história americana são mostradas num universo alternativo, onde os heróis existem, mas sofrem de todas as mazelas humanas. Um mundo onde os EUA vencem a guerra do Vietnã, mas a sombra da guerra fria tira o sono de cada americano ou soviético.

Nas sábias palavras do Beto… Watchmen é tudo que Heroes deveria ser…

MR: Shortbus

Dirigido por John Cameron Mitchell (hein??) de (Hedwig – Rock, Amor e Traição (hein?? de novo, Shortbus é um dos filmes mais esquisitos que eu já vi.

Basicamente é a história de uma chinesa feia que se envolve com freaks em um clube underground, numa longa jornada em busca do primeiro orgasmo de sua vida, já que, apesar de ser uma terapeuta sexual, a garota nunca conseguiu sentir prazer. Basicamente, é apenas uma sequencia de cenas de sexo com gente estranha, feito para chocar e disfarçado de análise psicológica.

MR: True Blood

A nova série da HBO vem com a garantia do Alan Ball, diretor de Beleza Americana e* criador de 6ft Under, o que para mim já representa uma certeza quase absoluta de que a série seja imperdível.

A marca de Ball aparece claramente nos personagens complexos e repletos de conflitos internos, na sempre presente crítica à hipocrisia norte-americana e no sarcasmo dos diálogos. A premissa da série também é inovadora e muito interessante.

Com a invenção pelos japoneses do sangue sintético, os vampiros resolvem se revelar aos humanos, já que agora podem adotar uma dieta menos predatória. As consequências dessa revelação se desdobram em inúmeros aspectos políticos e sociais. O medo e o preconceito, as leis e direitos dos vampiros, a “luta de classes” e o fanatismo religioso. Enquanto os pastores da TV protestam contra as “criaturas demoníacas”, diversos “fãs” e curiosos se deixam seduzir pelo desconhecido, visitando bares de vampiros e se oferecendo em troca de um vislumbre da imortalidade.

* De onde eu tirei isso?? Ele é o roteirista de Beleza Americana. Obrigado pelo toque, Raulzito…