A última doninha pelada da Dakota do Norte
Postagens com o marcador beto
Eu, o Beto e o Rock n’ Roll
mar 3rd
ROBERTO – FRAKKED UP!:
11:32 – qual dos shows que não tem mais como ver, vc gostaria de ter visto
@RICZ:
11:34 – acho que the doors
@RICZ:
11:34 – ou o led
ROBERTO – FRAKKED UP!:
11:40 – eu queria ver o led
@RICZ:
11:41 – aqui a gente vende…
@RICZ:
11:41 – tem verde, vermelho, amarelo
Beber, jogar, f@#er
dez 23rd
O livro é um diário da jornada de auto conhecimento de um americano que após ser traído e abandonado pela mulher, resolve chutar o balde e viajar afogando as mágoas em álcool e apostas. Num dos trechos, de passagem pela Irlando, o autor comenta: sempre imaginei os leprechauns aparentando algo como a mistura de Bilbo Bolseiro com um molestador de crianças, mas Colin (um cara que ele conhece ao chegar lá), parece um leprechaum fofinho, mais como uma mistura de Bilbo e Lindsay Lohan.
Comparando a vida com uma roleta de cassino, o livro promete boas surpresas e muitas risadas. Recomendo!!!
MR: O Assassino Terrivelmente Lento Com A Arma Extremamente Ineficiente
jul 6th
Tentei postar um trailer aqui, mas foi removido do youtube por direitos autorais…
Aprendi com a minha mãe
mai 19th
Na cena, a “mocinha” do filme atravessa um corredor, lentamente, empunhando uma tesoura para se defender de um possível “zumbi surpresa”. Nisso, o Beto vira e me pergunta: “Nessa situação, você correria ou andaria?”. Prontamente respondo: “Andaria, é mais prudente, dá pra ver se um zumbi vem vindo e não ser pego de surpresa…. e minha mãe me ensinou a não correr com uma tesoura na mão.”.
Simplicidade
mai 17th
Dei uma olhada nos blogs amigos e vi que a maioria tinha cara de blog mesmo. Então pensei, se é mais prático, por que não simplificar? Taí o tema novo, aguardo as críticas e comentários.
Flatmate: O efeito Chandler e Joey
abr 23rd
Beto é um amigo de infância, praticamente um irmão. Há quase 3 anos, apareceu na minha casa de mala e cuia, e bem vindo que era, chegou para ficar. A casa mudou e o Beto ficou, e nesses anos fomos aprendendo a conviver, dividir tarefas, quebrar o pau e viver momentos nonsense.
O Beto aprendeu a cozinhar e virou uma Dona Benta, pegando receitas no site da Ana Maria Braga. Eu aprendi a passar roupas e pelo menos uma vez por mês, devasto o Everest de roupas e a gente tem algo desamassado para vestir.
Uma ou outra noite, entramos numa discussão existencial, sentados na varanda com umas latinhas de cerveja e assuntos polêmicos e no outro dia fica difícil levantar para trabalhar. Geralmente eu reclamo que apesar de ter uma sapateira no quarto dele, os tênis, sapatos e chinelos ficam jogados pela casa. Geralmente ele reclama que quando eu saio do banho, deixo minha roupa suja jogada no chão do banheiro.
E numa mistura de tudo isso, nesse fim de semana no Metrô, tivemos uma conversa que foi mais ou menos assim:
- Ricz, você viu que horas são?
- Vi sim, por que?
- Porque a gente tinha que encontrar o Raul no bar há uma hora.
- É, se você não tivesse demorado uma hora para comprar calcinhas para sua namorada, a gente chegava na hora.
- Se você tivesse levantado antes do meio dia, a gente chegava na hora.
- Porra, Beto, você anda pegando muito no meu pé.
- Como assim?
- Minha mãe reclamava assim quando eu morava com ela. Você dorme demais, você está atrasado, etc.
- Claro, você nunca acha que tá errado. Você tá sempre certo.
- Isso não é verdade, tem 2 coisas. Primeiro, eu reconheço quando estou errado. Por exemplo, quando você reclama que eu deixo cueca no chão do banheiro, eu reconheço que esqueci e peço desculpas. Segundo, quem tiver ouvindo esse papo vai pensar que somos um casal e acho isso constrangedor…
O fim de semana secreto do Beto
abr 21st











