Não Contém Glúten
A última doninha pelada da Dakota do Norte
A última doninha pelada da Dakota do Norte
21/07/08
Há pouco mais de 500 anos, as caravelas portuguesas chegavam a essas terras varonis, e escondidas em seus porões, as guerreiras imortais se preparavam para uma batalha levaria séculos.
Esse fim de semana trouxe uma revelação terrível. Confesso que quando Nair Belo se foi, algo me dizia que Dercy estava por trás. Afinal, todos sabemos que entre os Highlanders, só pode existir um. E entre todos, Dercy, por ser a mais velha e sábia, era também a mais poderosa.
Quando a Nair Belo morreu, eu nunca desconfiei da Hebe, que sempre se posicionou como uma grande aliada de Belo. Agora, com a derrota de Dercy é possível enxergar o complexo plano de Hebe Camargo, agora a mais antiga e poderosa. Seu prestígio ofuscou as adversárias e hoje, Lolita Rodrigues, Yoná Magalhães, Nair e Dercy são apenas lembranças. Agora, com a supremacia de Hebe, só nos resta esperar o fim…
13/07/08
Não gosto de parecer preconceituoso, mas pra mim, o telemarketing é uma das piores profissões que existem, tanto para quem a exerce quanto para quem é vítima de suas ações.
Sábado, 8 da manhã, sou acordado com a fantástica oferta de uma assinatura do Estadão. 6 meses por R$1,65/dia. O jornal é bom, o preço é bom, mas as 8 da manhã de sábado eu não consigo raciocinar o suficiente nem para me localizar em relação ao universo da minha cama.
09/07/08
É fato que de tempos em tempos, as gírias mudam e adjetivos que eram “uma brasa” acabam ficando offline. Apesar do idioma ser algo vivo e aparentemente ilimitado, de vez em quando tenho a impressão que existem certos limites, e eventos como a “Era do Axé”, vivida entre o fim dos 90 e o começo dos “00″ são situações onde esses limites se mostram próximos, pairando sobre as pessoas como uma eterna Dercy Gonçalves sobre os palcos dos auditórios de tv.
Em tempos de axé, a música popular parecia a igreja católica (que tem desde a padroeira do Brasil até a santa padroeira da sandália de tachinhas), tinha uma dança “padroeira” para cada bicho, evento, pessoa ou manifestação. Dança da garrafa, dança da latinha, dança da lapiseira 0-5. Seguidas pelas mulheres-fetiche, tiazinha, feiticeira, ninja do funk. Todas as fantasias devidamente representadas.
Até aí, tudo bem, tranquilo, normal… manifestações populares. Agora, o que tá me deixando confuso é a salada de frutas que inventaram de fazer agora, com mulher melancia, mulher jaca, mulher uva. Pra mim, mulher fruta era Marília Pera, male, male, uma Dani Bananinha.
09/07/08
No início dos anos 60, menina gordinha sonha em ser dançarina em um popular programa de televisão, contrariando todas as expectativas, se torna um grande sucesso e protagoniza uma grande mudança social ao lutar contra a segregação racial na TV.
Esse musical com letras hilárias é garantia de diversão, e como bônus, você tem a oportunidade de ver John Travolta interpretando uma obesa de meia idade, esposa de um Christopher Walken simplesmente impagável.
08/07/08
É o Kill Bill dos zumbis. Propositalmente trash, com elenco estrelado fazendo um filme B mainstream. Um projeto militar relacionado à armas biológicas sai de controle e uma pequena cidade do Texas é contaminada com o gás “vira zumbi”. Uma stripper perneta e um motoqueiro delinquente lideram a brigada dos humanos na luta contra os infectados. A cantora Ferguie entra em cena como se tivesse algo importante para fazer, mas não vai além de se transformar em ração para zumbi. Bruce Willis convence como canastrão e o Sayid (de LOST) não convence como não canastrão. Dá vontade de contar o filme todo, mas é tudo tão divertido que não dá pra estragar a graça.