A última doninha pelada da Dakota do Norte
No mundo "real"
Estagiários nas redações
jan 25th
Lendo o G1 hoje, numa matéria sobre jovens desaparecidos em Goiás, vejo o parágrafo seguinte: “A Polícia de Goiás já investigava o caso de cinco jovens que começaram a desaparecer a partir do dia 31 de dezembro do ano passado.”. Podem até dizer que sou chato, mas o parágrafo dá margem à interpretações surreais, como se os jovens estivessem se tornando invisíveis. Desapareceram e o primeiro desaparecimento foi no dia citado. Começaram a desaparecer é outra coisa.
Enquanto isso, no R7, a chamada para a matéria dizia: “Furo de reportagem: Traje de atleta inglesa de bobsled rasga justamente no forévis”, e no conteúdo, a pérola “Quando foi sua vez de encarar a pista ao lado da companheira Nicola Minichiello, o traje dela rasgou de cima a baixo nos fundilhos no momento em que Cooke se mostrava pronta para descer a ladeira.”. Algo que na minha época de ginásio teria merecido caneta vermelha de cima a baixo.
Beber, jogar, f@#er
dez 23rd
O livro é um diário da jornada de auto conhecimento de um americano que após ser traído e abandonado pela mulher, resolve chutar o balde e viajar afogando as mágoas em álcool e apostas. Num dos trechos, de passagem pela Irlando, o autor comenta: sempre imaginei os leprechauns aparentando algo como a mistura de Bilbo Bolseiro com um molestador de crianças, mas Colin (um cara que ele conhece ao chegar lá), parece um leprechaum fofinho, mais como uma mistura de Bilbo e Lindsay Lohan.
Comparando a vida com uma roleta de cassino, o livro promete boas surpresas e muitas risadas. Recomendo!!!
A nova ordem mundial
dez 8th
MSN
16:27
eu acho que a noruega deveria se tornar o nova potência dominante na política mundial e na moda…
Raul Silva
MSN
16:29
ah eu gosto da noruega… em especial um creme para os pés da neutrogena que tem formula norueguesa
Ricardo
MSN
16:29
viu!
16:29
imagina se os novos papas do consumo fossem os noruegueses
Raul Silva
MSN
16:29
e eu gosto de arenque defumado
Ricardo
MSN
16:30
NORWAY FASHION STYLE
16:30
OSLO: THE NEW MILAN
Raul Silva
MSN
16:30
mas e a suecia?
Ricardo
MSN
16:30
ficaria morrendo de inveja
Raul Silva
MSN
16:32
mas a suecia nao influenciaria nenhum pouquinho?
16:32
eu gosto do modo como eles lidam com a sexualidade
Ricardo
MSN
16:38
mas proporcionalmente eles seriam o novo méxico
Raul Silva
MSN
16:39
o estado americado de novo mexico ou novo mexico no sentido de novo mexico?
Ricardo
MSN
16:40
novo mexico no sentido de novo mexico
Raul Silva
MSN
16:40
ah sim
16:40
mas na verdade suecia, finlandia e noruega sao cumadres
Ricardo
MSN
16:41
mas quando um deles se tornar lider, a coisa muda
Raul Silva
MSN
16:42
mas acho que a noruega ja é lider dos fiordes, a finlandia dos telefones celulares e a suecia das fantasias sexuais
Mais histórias da China
nov 28th
Depois de Shenzhen, eu não sabia o que esperar de Shanghai, um certo receio de ficar totalmente perdido de novo e de que a comida fosse ainda pior que a de HK, que, na minha opinião é uma das cozinhas mais medonhas que já provei. A refeição de bordo da China Eastern ajudou a reforçar esse receio: me ofereceram 2 opções – egg noodles (miojo com ovo) ou peixe. O curioso é que ambos pareciam iguais na cor e no cheiro. Receio que se mostrou totalmente infundado após me instalar em frente à “praça do dedão”, na área de Pudong, onde encontrei a melhor comida durante minha estada. Aliás, descobri que só em Hong Kong a comida era ruim, nas outras cidades, até cobra e cachorro tinham gosto bom.
Mais vergonha alheia
nov 9th
A manchete da edição regional RJ do G1 de hoje dizia:
‘Garota da Laje 2009’ diz que põe sal na piscina para se bronzear
Adriana Leão ganhou um Fiat Uno do ano de 2001.
Os outros prêmios do concurso foram uma piscina de fibra para a segunda colocada e um “kit laje” com material de construção para uma laje de 30 metros quadrados, para a terceira colocada.
Pior que isso, só o concurso “Alcione paga sua conta de luz”, também de uma rádio do RJ.
‘Tomo muito suco de cenoura’, afirmou ela.
Stranger in a strange land
out 20th
Pegamos o metrô em North Point, bem ao lado do hotel, e seguimos até Lo Wu, a estação de trem que dá acesso à Shenzhen. Mais uma alfândega e mais um posto de imigração. Preenche formulário, tira a temperatura e atravessa para o lado comunista da China. É como se a gente tivesse cruzado para outro mundo. Tudo é diferente de Hong Kong, a mão inglesa nas ruas se mistura com a normal, todas as placas sem tradução para o inglês e ninguém entende uma palavra do que dizemos. Demoramos duas horas perambulando pela cidade até encontrarmos um vendedor de chá que falava inglês e se propôs, após 2 ou 3 xícaras, a escrever em chinês o nome dos lugares que pretendíamos ir. Agradecemos, compramos um pacote de chá de jasmim e mostramos o papel ao taxista, que nos levou ao mundo das compras chinesas, onde ninguém aceita cartão de crédito e o preço real só aparece depois de meia hora de barganha. Discutir o preço faz parte de um ritual de compra solidamente estabelecido aqui. Mesmo sem entender os idiomas um do outro, trocamos números digitados aos risos nas calculadoras. O vendedor põe o preço dele, a gente põe o nosso, ele põe outro e assim vai até chegar num acordo. A empolgação foi tanta que passamos o dia andando pelos shoppings, praças, becos e nem mesmo paramos para almoçar.
Nos shoppings, o negócio é bem preto no branco, se é original eles dizem, se não é dizem “copy”, avisam o que tem de diferente, uma negociação bem transparente mesmo. Mas Shenzhen impressionou demais pelo contraste, enquanto vendem eletrônicos de última geração, não sabem usar um visa ou mastercard. Quando meu irmão tentou pagar uma compra usando um cartão, veio até gente de outras lojas ver como era. Juntou aquele monte de gente olhando o cartão, vendo como funcionava. Porque apesar de terem a maquininha, eles só usam no Union Pay, que é o cartão local, e na maioria das lojas, nem esperneando eles testam o visa, mas nas poucas que aceitam testar, sempre funciona e é aquele assombro. Vira um acontecimento no shopping.
De lá, voltamos para Hong Kong com uma entrada de visto gasta, para entrar novamente na China, teríamos que pagar 500 dólares em 2 novos vistos. E precisávamos disso para o dia seguinte, pois estavamos com reserva em hotel e vôo marcado pra Shanghai…
Mais sobre Hong Kong
out 13th
Um ablaço pla todos e aloz flito à vontade.











