Vitrola

Quero ouvir: Them Crooked Vultures

Por enquanto, oficialmente só deram o gostinho. O teaser postado no youtube no canal oficial da banda tem apenas 14 segundos, e o estranho é que você ouve, volta, ouve de novo, ouve de novo, ouve de novo. O site oficial da banda (http://themcrookedvultures.com/) também não revela muita coisa. Só o que dá pra saber é que tem coisa muito boa vindo por ai.

Them Crooked Vultures é um projeto formado por John Paul Jones (Led Zeppelin), Dave Grohl (Foo Fighters) e Josh Homme (Queens of Stone Age)…. e agora só nos resta esperar!

(Aproveitando pra dizer, o Faith no More confirmou show em São Paulo para 07/11/2009)

Mais em:

http://www.facebook.com/crookedvultures

http://themcrookedvultures.com/

http://twitter.com/CrookedVultures

A Banda da TV

Imagine uma banda de covers de clássicos do rock e do blues. Agora, coloque o Dr. House (Hugh Laurie) nos teclados e o Dr. Chase (Jesse Spencer) com um violino, o Matt Parkman (Greg Grumberg) na bateria, Susan Mayer (Terri Hatcher) no vocal, participações especiais de Bruce Willys (as himself), Hurley (Jorge Garcia) e um pouco mais. Então, essa banda existe e é muito boa.

A “Band from TV” surgiu como um projeto de Greg Grumberg para a caridade. Juntar os amigos famosos para tocar em eventos beneficentes e arrecadar fundos para diversas causas. O resultado pode ser visto no site oficial: http://www.bandfromtv.org e na trilha sonora de House MD.

Essa notícia é a cara da Sapha, tanto por causa das séries como pela própria música!!! Aqui em baixo tem um videozinho do youtube, mas a qualidade tá uma droga. Os videos no site oficial estão melhores, mas não dá pra anexar ao post….

Não adianta mais morrer

Nada como morrer no auge para se atingir a imortalidade, Hendrix, Joplin, Jim Morrison, até mesmo Bob Marley (ugh!), foram ídolos da molecada de sua época e de todas as molecadas das gerações posteriores. Se Michael Jackson tivesse morrido logo após o estrondoso sucesso de Thriller, hoje seria um ídolo tão poderoso que até mesmo o Vaticano já o teria canonizado. Por outro lado, se Bob Marley ainda estivesse vivo, hoje não passaria de um Jimmy Cliff*.

Essa época da morte gloriosa, na minha opinião, acabou quando os astros do rock trocaram a overdose pelas complicações numa lipo. A asfixia deixou de ser causada pelo próprio vômito após um coma alcoólico e passou a ser um “suicídio acidental” numa tentativa de intensificar o “prazer solitário”. O negócio é que não adianta mais morrer para ser famoso. Quem da geração atual se lembra do Michael Hutchence? Kurt Cobain foi um dos últimos a partir num blaze of glory e mesmo assim, com poucas exceções, sua imortalidade só afetou a minha geração.

* Essa é mais uma “Pérola Anselmo®”, todos os direitos reservados

Who the hell é Malu Magalhães?

Aí eu escuto uma promoção da Vivo (Vade Retro, coisa ruim!) dizendo que se você comprar o novo Motorola (Vade Retro, coisa ruim again!) ganha conteúdo exclusivo Malu Magalhães… Primeira coisa que penso: who the hell é essa daí? Alguma “modelo e atriz”? Canta, dança e representa? 

Na sequência, descubro que é uma menina de 16 anos que está de caso com um dos tiozinhos barbudos dos Los Hermanos… 

Pergunto para o Master, que sempre sabe de tudo sobre novidades da música e ele me diz: – Ela cantando parece a Britney Spears com dor de barriga. Concluo que não quero nem ouvir. Associar de uma vez só, Vivo, Motorola e Los Hermanos, é praticamente uma missa negra. Heresia completa contra meus princípios. 

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Tô ouvindo: Slot

Aconteceu assim, meio por acidente, como as descobertas divertidas geralmente surgem.

Me passaram, pelo msn, um link para um vídeo no youtube. Um desses vídeos engraçados que o povo manda o tempo todo e que pouco a pouco vêm tomando o lugar dos e-mails com powerpoint no ranking do spam.

Abri o link, assisti o vídeo, dei risada, cliquei em um outro vídeo que aparecia na mesma tela, e acabei indo parar num clip do Slot.

Tá, e what the hell é esse tal de Slot? É a banda que abriu o show do Korn em St. Petersburg e que faz parte da trilha sonora do “Guardiões da Noite”. (tá, depois escrevo um post sobre o Guardiões)

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O negócio é que a banda é bem legal. O som lembra algo entre Linkin Park e Evanescence, com vocal feminino e letras em russo. Pra quem não quiser fazer um test-drive completo, recomendo ouvir The Board, que faz parte do álbum Trinity, o terceiro deles.

E pra quem tiver com preguiça de procurar, ou pressa de ouvir, taí uma amostra…

Rock in Rio in Lisboa in Madrid?!

Alguém aí sabe me dizer porque continuaram com o nome “Rock in Rio” depois que o evento saiu do Brasil? Tudo bem que existe um apelo comercial, mas o ridículo da discrepância geográfica não justifica os possíveis lucros que o festival possa gerar.

Não acho que seja tão difícil criar outro nome que também dê lucro, até porque, o nome do evento é a última preocupação do público que lota os estádios para ver um show. As bandas, o setlist, quem vai abrir , quem vai fechar, os nomes confirmados, isso sim é o que passa pela cabeça e não importa se o evento é o “Chimera Music Festival” ou o “OzzFest”.

O “Monsters of Rock” mudou para “Philips Monsters of Rock”, mas manteve o Rock, enquanto o “Rock in Rio” manteve o nome firme e forte, mas não tem mais nem rock e nem Rio. Enquanto na primeira edição tivemos nomes do porte de Queen, AC/DC e Ozzy, nas edições seguintes, a “democratização do evento” nos trouxe Sandy, Britney, Shakira, Alejandro Sanz e Carlinhos Brown, entre outros “Monstros Sagrados do Rock”.

Esse ano, temos confirmadas duas edições do “Rock in Rio”, uma em Lisboa (Rock, ora pois) e outra em Madrid (Rock en el Rio).

E como se isso não fosse suficiente, de uns tempos pra cá, a onda do “politicamente correto” e a moda da “consciência social” ainda tentam embutir a idéia de que o festival “inspira a conscientização” para a construção de um mundo melhor.

Putz, faz tempo que tão tentando fazer essa construção e até agora, nem colocaram os andaimes. O mundo deve continuar na mesma por muito tempo…

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Tô ouvindo: Gotan Project

Uma repaginada no tango, a base modernizada, mas a paixão tradicional do romântico ritmo de Buenos Aires.
O último álbum(1) do Gotan Project, Lunatico, é pra ouvir numa tacada só, indicar para os amigos, colocar de bg enquanto lê um livro, fazer caminhada ao redor do quarteirão com ele tocando no seu iPod, e muito mais. Tango eletrônico… e diziam que não faltava inventar mais nada.

(1) Álbum… eu, que sou da época do disco, nunca me acostumei com esse termo, e por mais desatualizado que possa parecer, ainda costumo dizer que “baixei o disco novo da banda x”.
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