A última doninha pelada da Dakota do Norte
MidiAddict
Nostalgia dos 8 bits: Pixels
08/04/10
Pra quem, assim como eu, viveu os anos dourados dos videogames de 8 bits, o video a seguir não é impressionante somente pelo visual e pela edição incrível, mas por todos os sentimentos de nostalgia despertados. Confira Pixels:
MR: Chernaya Molniya (Black Lightning)
14/03/10
Daí o Raul (@messinmotion) me manda no msn a seguinte frase em russo: chernaya molniya. Chernaya eu sabia que era a cor negra, quando usada como adjetivo, mas molniya era algo que nunca tinha ouvido antes. Procurei no google e vi que era um filme russo. Recente inclusive, lançado em dezembro de 2009.
A sinopse não era nada de empolgante. Um garoto ganha um carro velho de aniversário e descobre que o carro voa. Taí um enredo que não me convencia a assistir, aí vi no poster o nome do Timur Bekmambetov, o que era um ponto positivo. Achei o trailer e fui ver a cara do filme. Ok, resolvi criar coragem e descobri que o filme é um remake russo de Spiderman, mas sem aranha… Dá pra ver o dedo do Timur na produção, com algumas cenas de ação de edição rápida, no estilo dos Guardiões ou do Wanted. Algumas figuras no elenco que são bem comuns nos filmes dele (como o cara que faz o Zavulon em Guardiões, e o vampiro açougueiro). Trilha sonora no mesmo estilo também. Mas o roteiro é uma cópia muito descarada de Spiderman. Só faltou o pai do garoto dizer “Com um grande carro vêm grandes responsabilidades”, todo o resto tá lá, olha só:
- O cara é um loser, tem um amigo rico que dá em cima da moça que ele gosta. Ganha o carro e só pensa em usá-lo para ganhar dinheiro, até que o pai dele morre, ele se sente culpado e resolve usar os poderes do carro voador para salvar as pessoas. Tem até um “Norman Osbourne” que deseja usar a fonte de poder do carro para seu próprio lucro.
No geral, é um filme divertido, mas em resumo não passa de uma reprise de Spiderman dublada em russo, até a cena em que ele perde o ônibus a caminho da escola no começo é igual.
E o Oscar vai para…
08/03/10
Já fui daqueles que fica acordado a madrugada toda pra ver a entrega do Oscar até a final. Daqueles que reúne os amigos para assistir juntos, faz maratona pra ver os concorrentes antes e bolão pra ver quem ganhou. Já aguentei muita piada sem graça do Billy Cristal e tradução simultânea ruim. Já aguentei até a transmissão quando foi no SBT. Cansei… Faz alguns anos que não acompanho mais a cerimônia. Não só a festa perdeu a magia como o próprio prêmio perdeu o valor. Confesso que nem lembrava que era hoje, só mudei de canal e pus na transmissão porque o Beto me ligou e disse que estavam passando um vídeo de homenagem aos filmes de terror. Deu tempo de ver a homenagem, e no prêmio seguinte, ver o vencedor do prêmio de edição de som subir ao palco com o cabelo que homenageia o Dr. Brown, de “De Volta para o Futuro”.
Como não tenho mais tv à cabo, ainda ganhei a pérola da comentarista da globo apresentando Elizabeth Banks como atriz de 30 Rock (… ao lado de Alec Baldwin, nas palavras da desvairada). Bem… Elizabeth Banks fez uma participação especial de uns 5 minutos em um único episódio da quarta temporada, mas, tudo bem, já estou voltando à minha programação normal e deixando o Oscar e a Globo para trás. Ah, ela também anunciou o ator do filme “Se beber não se case”. E o José Wilker é tão pedante, tão “intelectualóide” que deveria estar apresentando o Oscar na revista “Caros Amigos” e não na TV aberta. Afe… chega de Oscar, vou assistir Family Guy que me divirto mais…
Spin off
04/03/10
Não assisti Battlestar Galactica. Não pretendo ver tão cedo, mesmo muitos me dizendo que é “formidável e sensacional”. Mas imagino que deve ser mesmo muito do que falam, tanto que gerou um spin off. Um spin off é um “filhote” de uma série de sucesso, que geralmente vem como uma tentativa de pegar carona nos resultados da série original. Battlestar tem o seu Caprica. CSI tem os seus “Miami” e “NY”. Buffy teve seu “Angel” e Friends teve seu “Joey”. E tá bom de exemplos, acho que deu pra entender… agora, o que não dá pra entender é porque geralmente os derivados são tão inferiores ao programa principal. Não sei se são más escolhas, se na empolgação de continuar um sucesso acabam perdendo a mão, mas sei que geralmente o resultado é uma bomba. Onde eu quero chegar com isso? Bem, o meu palpite é que as escolhas geralmente são ruins. Continuar “Cheers” com “Frasier”??? Bem, acho que fez sucesso, mas nunca gostei de nenhum dos 2.
Por exemplo, veja só o Seth MacFarlane, o cara escrevia a Vaca e o Frango, Laboratório do Dexter e Johny Bravo. Criou dois dos melhores desenhos animados da atualidade, Family Guy e American Dad, aí resolve fazer um spin off de Family Guy. Adivinha qual personagem ele escolher para “carreira solo” em um novo desenho?? O Cleveland!!! O Cleveland!!! Um personagem que praticamente nem fala tem… um figurante animado. É como se fossem fazer uma série derivada de Seinfeld e ao invés de fazerem “Kramer” ou “George”, fizessem “Newman”. Ou como se fizessem uma série derivada de Grey’s Anatomy contando a vida da Addison… epa… mas fizeram isso!!!
Não diga o que ele não pode fazer
28/01/10
Pra comemorar a última temporade de LOST, a ABC encomendou uma série limitada de posteres, à venda no site (mas já está tudo esgotado!). O poster do Locke é o que com certeza eu teria na minha sala…