A última doninha pelada da Dakota do Norte
Mega Resumo
Who watches the watchmen?
11/03/09
Não li Watchmen. Pode parecer sacrilégio para alguns, mas até pouquíssimo tempo atrás, tudo o que sabia sobre Watchmen é que era uma HQ cultuada. Tão importante para o universo da HQ quanto o Conan para o Manowar. Tinha visto algumas capas também, e a imagem que eu tinha era o Smiley amarelo e a máscara bizarra do Coruja. Acho que também vi um poster azulão com o Dr. Manhattan, alguma vez passando pela Comics.
Dito isso, pouco tempo atrás, aluguei um filme que agora nem me lembro qual, e antes do filme tinha um trailer que me deixou de boca aberta. Na metade do trailer, eu já tinha percebido que seria Watchmen. No dia seguinte, comentei com o Raul, o meu consultor oficial para assuntos cult, e ele me adiantou um pouco do que era “o grande lance” por trás de Watchmen, e porque a série era considerada tão importante.
Um pouco menos “boiando”, me preparei para o cinema e um dia depois da estréia, estava lá, com meu saquinho do Méqui Donis na poltroninha do cinema, disposto a trocar uma tarde de sol escaldante por 3 horas de ar condicionado e a adaptação mais esperada da história das HQs.
Já na abertura notei que o filme não era para as massas, não seria facilmente digerido e absorvido pelos fãs do Super Homem. Parece que você está conectado a um soro de nostalgia e esse clima toma conta de você durante todo o filme. Não é um filme de heróis, é mais como “E se o Batman contraísse sífilis?”. Cenas importantes da história americana são mostradas num universo alternativo, onde os heróis existem, mas sofrem de todas as mazelas humanas. Um mundo onde os EUA vencem a guerra do Vietnã, mas a sombra da guerra fria tira o sono de cada americano ou soviético.
Nas sábias palavras do Beto… Watchmen é tudo que Heroes deveria ser…
MR: Shortbus
28/01/09
Dirigido por John Cameron Mitchell (hein??) de (Hedwig – Rock, Amor e Traição (hein?? de novo, Shortbus é um dos filmes mais esquisitos que eu já vi.
Basicamente é a história de uma chinesa feia que se envolve com freaks em um clube underground, numa longa jornada em busca do primeiro orgasmo de sua vida, já que, apesar de ser uma terapeuta sexual, a garota nunca conseguiu sentir prazer. Basicamente, é apenas uma sequencia de cenas de sexo com gente estranha, feito para chocar e disfarçado de análise psicológica.
A lista atualizada dos filmes que todo mundo viu, menos eu
14/01/09
Sei que vão me criticar, que uns vão ficar inconformados e outros vão até me xingar, mas segue uma lista de clássicos (outros nem tanto), que todo mundo já assistiu, menos eu…
- A série Duro de Matar;
- A série Rocky;
- A série Máquina Mortífera;
- A série Tom Cruise em: Dias de Trovão, Cocktail, Top Gun, Nascido em 4 de Julho;
- Os Garotos Perdidos;
- Philadelphia;
- Halloween;
- Exterminador do Futuro (esse eu assisti 10x, mas nunca vi o final);
- Veludo Azul;
- Dança com Lobos;
- O Último dos Moicanos;
- Thelma e Louise;
- JFK;
- Dirty Dancing;
- Coração Valente.
- Um Tira da Pesada;
- Um Morto Muito Louco;
- Ruas de Fogo;
- Warriors.
Se eu lembrar de mais, depois completo…
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MR: True Blood
13/01/09
A nova série da HBO vem com a garantia do Alan Ball, diretor de Beleza Americana e* criador de 6ft Under, o que para mim já representa uma certeza quase absoluta de que a série seja imperdível.
A marca de Ball aparece claramente nos personagens complexos e repletos de conflitos internos, na sempre presente crítica à hipocrisia norte-americana e no sarcasmo dos diálogos. A premissa da série também é inovadora e muito interessante.
Com a invenção pelos japoneses do sangue sintético, os vampiros resolvem se revelar aos humanos, já que agora podem adotar uma dieta menos predatória. As consequências dessa revelação se desdobram em inúmeros aspectos políticos e sociais. O medo e o preconceito, as leis e direitos dos vampiros, a “luta de classes” e o fanatismo religioso. Enquanto os pastores da TV protestam contra as “criaturas demoníacas”, diversos “fãs” e curiosos se deixam seduzir pelo desconhecido, visitando bares de vampiros e se oferecendo em troca de um vislumbre da imortalidade.
* De onde eu tirei isso?? Ele é o roteirista de Beleza Americana. Obrigado pelo toque, Raulzito…
MR: Jogos Sinistros
16/12/08
Assisti “Jogos Sinistros”. Típico filme de suspense francês. Ula lá, croissant, mon amour e au revoir… Abajour, soutien, soufflé. Casal recebe a visita de dois fantasmas, antigos moradores da casa mortos pelo pai. O casal surta e começa a imaginar que os filhos são demônios. Rola um clima de “Amitiville”, mas mais lento. Botam fogo na casa e a família toda morre tostada. E vive le france…
Jogos Sinistros (2001)
Titulo Original: Un Jeu D`Enfants
Direção: Laurent Tuel
Com Karin Viard e Charles Berling
MR: Zack e Miri fazem um pornô
13/12/08
Gostei de todos os filmes do Kevin Smith, de “O Balconista” à “Dogma”, incluindo a sequência do Balconista e até mesmo “O império do besteirol contra-ataca”. Gostei de todos os filmes onde o Seth Rogen aparece, de “O virgem de 40 anos” à “Superbad”, incluindo “Knocked up”. Quando descobri que os dois fariam um filme juntos, não consegui esperar e consegui um R5 de Zack and Miri.
Amigos desde a infância, Zack and Miri dividem um apartamento e uma infinidade de dívidas. Depois de ter a luz e a água cortadas e prestes a perder o teto, decidem tentar ganhar dinheiro fazendo um filme pornô. Tinha tudo para ser uma comédia recheada de sacanagem, mas, como em Knocked up, acabou virando um dos filmes mais “fofos” do ano. Em meio ao seu projeto caseiro de sacanagem, Zack e Miri descobrem o que não haviam percebido durante tantos anos que passaram juntos, que foram feitos um para o outro.
Zack and Miri make a porno
Direção: Kevin Smith
Escrito por: Kevin Smith
Com: Seth Rogen e Elizabeth Banks
MR: Kingdom Hospital
10/12/08
Essa semana terminei de assistir a série “Kingdom Hospital”, um remake da série “Kingdom” escrita por Lars Von Trier, aquele chato cult que fez Dogville, a obra prima do cinema chato. Adaptado e produzido por Stephen King, a série acompanha o cotidiano de um hospital caminhando rumo à destruição por um terremoto, provocado por fantasmas vítimas de um incêndio que destruiu o local, uma antiga companhia têxtil, há pouco mais de um século.
Acompanhamos uma médium hipocondríaca em sua jornada para ajudar a menininha fantasma “Mary” a descansar em paz e salvar o hospital de seu triste fim. Em meio à ambulâncias fantasmas, elevadores que param em andares que não existem e mortos muito vivos, Kingdom desfila um folclore próprio. Um tamanduá fantasma gigante, um vigia de óculos super fundo de garrafa, um casal de baixinhos portadores de síndrome de down são alguns dos personagens que completam esse quebra-cabeça.
Momentos inspirados, cenas nonsense e um clima geral stephenkinguiano, com direito à aparição do próprio e um momento autobiográfico. São apenas 13 episódios e quando termina, fica uma certa saudade dos personagens. Principalmente Abel e Christa, os super simpáticos assistentes Down. Segue uma das cenas mais memoráveis da série.


















