A última doninha pelada da Dakota do Norte
MidiAddict
MR: Chernaya Molniya (Black Lightning)
mar 14th
A sinopse não era nada de empolgante. Um garoto ganha um carro velho de aniversário e descobre que o carro voa. Taí um enredo que não me convencia a assistir, aí vi no poster o nome do Timur Bekmambetov, o que era um ponto positivo. Achei o trailer e fui ver a cara do filme. Ok, resolvi criar coragem e descobri que o filme é um remake russo de Spiderman, mas sem aranha… Dá pra ver o dedo do Timur na produção, com algumas cenas de ação de edição rápida, no estilo dos Guardiões ou do Wanted. Algumas figuras no elenco que são bem comuns nos filmes dele (como o cara que faz o Zavulon em Guardiões, e o vampiro açougueiro). Trilha sonora no mesmo estilo também. Mas o roteiro é uma cópia muito descarada de Spiderman. Só faltou o pai do garoto dizer “Com um grande carro vêm grandes responsabilidades”, todo o resto tá lá, olha só:
- O cara é um loser, tem um amigo rico que dá em cima da moça que ele gosta. Ganha o carro e só pensa em usá-lo para ganhar dinheiro, até que o pai dele morre, ele se sente culpado e resolve usar os poderes do carro voador para salvar as pessoas. Tem até um “Norman Osbourne” que deseja usar a fonte de poder do carro para seu próprio lucro.
No geral, é um filme divertido, mas em resumo não passa de uma reprise de Spiderman dublada em russo.
E o Oscar vai para…
mar 8th
Como não tenho mais tv à cabo, ainda ganhei a pérola da comentarista da globo apresentando Elizabeth Banks como atriz de 30 Rock (… ao lado de Alec Baldwin, nas palavras da desvairada). Bem… Elizabeth Banks fez uma participação especial de uns 5 minutos em um único episódio da quarta temporada, mas, tudo bem, já estou voltando à minha programação normal e deixando o Oscar e a Globo para trás. Ah, ela também anunciou o ator do filme “Se beber não se case”. E o José Wilker é tão pedante, tão “intelectualóide” que deveria estar apresentando o Oscar na revista “Caros Amigos” e não na TV aberta. Afe… chega de Oscar, vou assistir Family Guy que me divirto mais…
Spin off
mar 4th
Por exemplo, veja só o Seth MacFarlane, o cara escrevia a Vaca e o Frango, Laboratório do Dexter e Johny Bravo. Criou dois dos melhores desenhos animados da atualidade, Family Guy e American Dad, aí resolve fazer um spin off de Family Guy. Adivinha qual personagem ele escolher para “carreira solo” em um novo desenho?? O Cleveland!!! O Cleveland!!! Um personagem que praticamente nem fala tem… um figurante animado. É como se fossem fazer uma série derivada de Seinfeld e ao invés de fazerem “Kramer” ou “George”, fizessem “Newman”. Ou como se fizessem uma série derivada de Grey’s Anatomy contando a vida da Addison… epa… mas fizeram isso!!!
Não diga o que ele não pode fazer
jan 28th
Big Brother Brasil 10
jan 25th
Lembro da primeira edição nacional, que a despeito de qualquer problema, tinha a novidade a seu favor. O formato do programa nem era tão inovador, mas todo o contexto tornava muito difícil ficar indiferente. Mesmo o Silvio Santos tendo copiado tudo antes da Globo estrear o programa (mas sem deixar de acrescentar seu toque pessoal “SBT Style”), BBB era um fenômeno da televisão. E a batalha de audiência com a “Casa dos Artistas”, só tornava o pacote mais interessante.
O povo brasileiro se mostrou bastante previsível, sempre mais favorável aos “bonzinhos”, aos “casais” e aos “mais humildes”, que mereceriam o prêmio simplesmente por “precisarem mais do dinheiro”.
Quando o segundo BBB entrou no ar, não assisti nem o primeiro dia, não tinha mais saco pra acompanhar o programa, nada mais era espontâneo e não só estereótipos pipocaram como um jargão próprio surgiu tanto entre os participantes como no público. Todo mundo falava “no jogo”, como se “o jogo” fosse uma entidade própria que determinava a ética dos participantes. Depois de um monte de edições, perdi completamente o respeito que tinha pelo Pedro Bial como jornalista e passei a me irritar com os termos que o programa forçava no vocabulário do público. Nada mais ridículo que escutar termos como “A nave louca do BBB”. A cada edição, mesmo sem assistir mais que um ou dois programas durante toda a exibição, fui notando que na tentativa de “inovar”, iam sendo criadas novas regras e termos, até que o programa todo se tornou uma espécie de colcha de retalhos televisiva, com emendas e remendos por todos os lados.
Quando anunciaram essa décima edição, fiquei interessado em ver se tinha mudado algo, mas na estréia do programa, simplesmente esqueci e assisti outra coisa. Vi no dia seguinte e a única coisa que notei é que essa é a edição mais feia que já invadiu minha tv. Talvez assista mais um ou outro episódio antes do final, mas a impressão que fica é que o formato se esgotou, mas enquanto tá gerando grana, vai ser difícil botarem algo novo no lugar. É só ver que há 20 anos, a programação de domingo é praticamente a mesma.
MR: Transsiberian
jan 12th
MR: Atividade Paranormal
jan 2nd
O filme é uma mistura de big brother com bruxa de blair, onde um casal e um fantasma dividem a casa na disputa pelo prêmio… bom, na verdade não tem prêmio, e o fantasma se resume a uma porta balançando e uns barulhos de batidas.













