A última doninha pelada da Dakota do Norte
Papo de boteco
LOST: Estamos perdidos?
11/05/10
Quase não comentei LOST nesse blog apesar de assistir “ritualisticamente” todas as semanas, mas ultimamente andava pensando no que faria após o final da série. Será que teria algo para assistir que despertaria os ânimos para horas de discussão no bar com os amigos? Logo de cara, eu achei que não me lembraria de nenhuma série que causou tanta comoção, mas depois, pensando com calma, percebi que a gente se envolve com facilidade em qualquer trama. Tem gente que discute o Big Brother com a mesma vêemencia que os fanáticos por LOST “teorizam” sobre o que está acontecendo na ilha. Twin Peaks fez o mesmo pelos fãs de uma tv mais “cult”. O Brasil parou para descobrir quem matou Odete Roitman (ou Roytmann, ou Roitmann, sei lá) e mandar a resposta para o concurso do caldo Knorr (ou Maggi, não lembro).
Ou seja, não vai se por falta de LOST que não teremos assunto, mas tenho que dar o braço a torcer em como essa série é envolvente e viciante. Eu me lembro que consegui resistir à sua “magia” até o fim da segunda temporada. Minha amiga @sapha trabalha no canal por assinatura que exibe a série aqui no Brasil. Me lembro que poucos meses antes da estréia, ela comentou comigo: vai ser lançada uma série nova que está prometendo ser um fenômeno. Como a Sapha está sempre à frente no mundo das novidades televisivas, teve acesso ao piloto com antecedência e passou uma breve sinopse: Um avião sofre um acidente e os sobreviventes se encontram presos numa ilha deserta. Respondi que não me interessava por essa história. Que achava que seria um “Senhor das Moscas” com adultos, um “Survivor” maquiado.
Eu não podia estar mais errado. Quando a segunda temporada acabou, um amigo tentou comentar comigo e quando respondi que nunca tinha visto nenhum episódio, ele inconformado me presenteou com o box da primeira temporada. Assisti de uma tacada só, no “esquema” de maratona. Antes de terminar o último disco, meu irmão meu deu o box da segunda. Pronto, viciei.
O primeiro problema que eu imaginei, introduzir novos personagens e locações, foi resolvido logo de cara com os flashbacks. Depois disso, a cada temporada novas surpresas no formato e na narrativa. E uma história que foi se mostrando cada vez mais distante do conceito simplista de “sobreviver numa ilha”. E hoje, me vejo preocupado com o fim, assim como quase todos os meus amigos e família.
Ahhhh, a cidade…
28/04/10
A frase, dita por Michael Scott em um dos episódios de “The Office”, se tornou instantaneamente uma piada interna para mim e para alguns amigos, principalmente a @sapha e o @Pavaum
(interessante que nessa era do twitter, os nomes dos nossos contatos, amigos, colegas e até familiares, agora começam com arroba).
Mas, mais que só uma piada, muitas vezes eu vou além nesse pensamento e enxergo um verdadeiro sentido nessa frase tão trivial. Paulistano de nascença, de sangue e de coração, não consigo me imaginar morando fora de uma metrópole. E olha que eu melhorei bastante nesse pensamento xiita, porque há pouco tempo eu achava até que não era possível viver fora de São Paulo e agora até acredito que conseguiria considerar alguma outra cidade como opção.
Pra muitos a calma de uma cidade do interior ou a beleza natural de uma cidade praiana é um sonho, mas, me chamem de louco pois pra mim é um pesadelo. Duas semanas é o limite e depois disso, meu corpo pede asfalto, barulho e congestionamento como um viciado se desintoxicando. Ainda me lembro de passar um carnaval no meio do mato com quase uma dúzia de amigos… mesmo com tantas trilhas, passeios e coisas a fazer, no último dia eu delirava, sonhando com o som das buzinas e com as luzes dos prédios da Paulista. Dizem que o stress das grandes cidades é capaz de matar, talvez a tranquilidade do campo seja capaz de te enlouquecer… Além disso, tenta achar um supermercado 24h lá em Piraporinha de São João das Trevas Profundas pra ver o que é bom…
Eu, o Beto e o Rock n’ Roll
03/03/10
Diálogo no msn durante uma manhã fria de trabalho…
ROBERTO – FRAKKED UP!:
11:32 – qual dos shows que não tem mais como ver, vc gostaria de ter visto
@RICZ:
11:34 – acho que the doors
@RICZ:
11:34 – ou o led
ROBERTO – FRAKKED UP!:
11:40 – eu queria ver o led
@RICZ:
11:41 – aqui a gente vende…
@RICZ:
11:41 – tem verde, vermelho, amarelo
Sabonete Líquido Lux
21/02/10
Tenho mania de ler tudo e até quando tomo banho, paro pra ler o rótulo do shampoo. Mas quando estou no supermercado, geralmente faço o contrário do que deveria, e ao ver algo interessante, “taco” no carrinho e vou ver direito só quando usar.
Isso explica o meu espanto ao ler o rótulo do sabonete líquido Lux, durante o banho de ontem. Pra começar, a instrução inicial, super científica, dizia para colocar nas mãos uma quantidade de sabonete “do tamanho de uma pétala de rosa”. Mas aí que tá, se for uma rosa colombiana, vai meio tubo de sabonete de uma vez… Continuando as instruções, o rótulo diz pra esfregar rigorosamente as mãos até produzir uma espuma grossa e passar no corpo como se estivesse vestindo a espuma.
Nesse momento, eu já não tinha como achar as instruções menos estranhas, aí vem o “golpe de misericórdia”: “Enxague e sinta a sua pele muito mais suave e feminina”. Pô! Das duas uma, ou ninguém mesmo lê as embalagens ou eles tem tanta certeza do tamanho do público feminino pra esse produto que deliberadamente dispensam todos os homens que poderiam comprá-lo. E o pior é que o tal do sabonete é danado de cheiroso…
MSN Surreal
12/02/10
Às vezes tenho orgulho dos meus amigos e eu conversando no msn:
Anselmo: cara… tenho PAVOR de quem fala “É “O” de OVO”.
Eu: ué? pq?
Anselmo: é feio demaaaaaais!
Eu: prefere “O” de “olho”? omendoim!
Anselmo: OSCAR, caceta!
Eu: AAaaaaaahhhh, prefiro o MTV movie awards… é mais divertido