LOST: Estamos perdidos?
Quase não comentei LOST nesse blog apesar de assistir “ritualisticamente” todas as semanas, mas ultimamente andava pensando no que faria após o final da série. Será que teria algo para assistir que despertaria os ânimos para horas de discussão no bar com os amigos? Logo de cara, eu achei que não me lembraria de nenhuma série que causou tanta comoção, mas depois, pensando com calma, percebi que a gente se envolve com facilidade em qualquer trama. Tem gente que discute o Big Brother com a mesma vêemencia que os fanáticos por LOST “teorizam” sobre o que está acontecendo na ilha. Twin Peaks fez o mesmo pelos fãs de uma tv mais “cult”. O Brasil parou para descobrir quem matou Odete Roitman (ou Roytmann, ou Roitmann, sei lá) e mandar a resposta para o concurso do caldo Knorr (ou Maggi, não lembro).
Ou seja, não vai se por falta de LOST que não teremos assunto, mas tenho que dar o braço a torcer em como essa série é envolvente e viciante. Eu me lembro que consegui resistir à sua “magia” até o fim da segunda temporada. Minha amiga @sapha trabalha no canal por assinatura que exibe a série aqui no Brasil. Me lembro que poucos meses antes da estréia, ela comentou comigo: vai ser lançada uma série nova que está prometendo ser um fenômeno. Como a Sapha está sempre à frente no mundo das novidades televisivas, teve acesso ao piloto com antecedência e passou uma breve sinopse: Um avião sofre um acidente e os sobreviventes se encontram presos numa ilha deserta. Respondi que não me interessava por essa história. Que achava que seria um “Senhor das Moscas” com adultos, um “Survivor” maquiado.
Eu não podia estar mais errado. Quando a segunda temporada acabou, um amigo tentou comentar comigo e quando respondi que nunca tinha visto nenhum episódio, ele inconformado me presenteou com o box da primeira temporada. Assisti de uma tacada só, no “esquema” de maratona. Antes de terminar o último disco, meu irmão meu deu o box da segunda. Pronto, viciei.
O primeiro problema que eu imaginei, introduzir novos personagens e locações, foi resolvido logo de cara com os flashbacks. Depois disso, a cada temporada novas surpresas no formato e na narrativa. E uma história que foi se mostrando cada vez mais distante do conceito simplista de “sobreviver numa ilha”. E hoje, me vejo preocupado com o fim, assim como quase todos os meus amigos e família.
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E eu to mega feliz que a minha teoria pode fazer algum sentido… Tb já estou me sentindo orfã de LOST!
ah.. nao fica assim.. eu te dou um box da Hilda Furacão..
bom, eu nao posso te falar nada de Lost, porque mesmo tendo todos os Box ( ou boxes ou boxers) ainda nao vi.. contrario da @sapha, o @masterssauro vive retro..
AbaJour
@masterssauro
“Anos Incríveis” ninguém comenta, né? Humpf!
Coitado do Kevin Arnold, gente!
e o @ricz revelando o meu alter ego pra todo mundo
=D
Achei um dos piores finais ever da tv