Do holocausto nuclear à colisão com Hercólubos, o planeta que se aproxima para um choque com a Terra, o fim dessa coisinha redonda que chamamos humildemente de mundo é usado pelas religiões para apavorar o “fiel” e mantê-lo sob cabresto curto, por místicos em geral como destino de “profecias” baseadas em datas “cabalísticas”, temas de filmes, livros, quadrinhos e também das muitas teorias de mesa de boteco que mais que ocasionalmente compartilho com meus amigos.

Sou declaradamente pró-fim do mundo, acho que a humanidade já deu o que tinha que dar e se acabar tudo agora, pelo menos não preciso quitar o Amex, o que já é um lucro, segundo meu ponto de vista.

Mas o interessante não é o fim em si, mas a maneira como chegaremos a ele. Nada de sete selos, sete trombetas, sete anjos e sete filmes do Harry Potter, não, não. O progresso com certeza nos trouxe perspectivas muito mais originais e criativas do que se era possível imaginar quando aqueles velhinhos judeus escreveram a bíblia.

Segundo a Sapha (www.vidaordinaria.com.br), terminaremos soterrados e afogados em isopor. A reação química responsável pela produção do sintético falharia e sem interrupção, o isopor se expandiria e multiplicaria até dominar toda a superfície do planeta, destruindo todas as formas orgânicas de vida. Com as iniciativas ecológicas para diminuir cada vez mais o consumo de isopor, imagino que tem muito mais gente que acredita nessa possibilidade, defendida pela Sapha desde 1999 (Por sinal, ano de número bastante “cabalístico”). Talvez o isopor tome conta de tudo, claro, desde que a possibilidade prevista pelo Anselmo (http://coap.wordpress.com) não acabe com tudo antes…

(continua em breve…)

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