A última doninha pelada da Dakota do Norte
A TV destrói as famílias
Ok, eu confesso e assumo, viciei na tv. Não nessa maravilha de programação da TV aberta, mas sim, na tonelada de seriados que o Beto baixa diariamente e tão cordialmente alimenta meu HD. Em pouco mais de um mês, fizemos uma mega maratona com a primeira temporada quase inteira de Fringe, tudo que passou até agora da quinta temporada de LOST, a terceira de Heroes, a primeira inteira de True Blood, How I met your mother. Desenterramos do fundo da estante “À sete palmos” para rever inteira, Os Sopranos, House e nem me lembro mais do resto, de tanta coisas que temos visto todos os dias.
O resultado dessa “experiência” é perceber que a tv tem sim um efeito viciante, e ainda pior, emburrificante, pois quando acordo no dia seguinte, nem lembro direito se fiz algo no dia anterior. Tenho livros começados por terminar, espalhados pela casa. Tenho até alguns trabalhos por terminar que não terminam. Sei que existem Alcoólicos Anônimos, Neuróticos Anônimos e até Viciados em Sexo Anônimos, mas nunca vi um Viciados em TV anônimos, porque é um vício que não apenas não queremos reconhecer, como reconhecemos que não queremos abandonar. Na verdade, eu só estou escrevendo agoraesse post, porque acabou o estoque de temporadas para o dia. Mas não preciso me preocupar, pois o Beto já garantiu que “Amanhã tem mais, pessoal!”.
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