A última doninha pelada da Dakota do Norte
É canja de galinha
Nunca tinha parado para pensar nisso, mas, se não for de galinha, de que raio vai ser a tal canja? Tem algumas coisas que são mais óbvias que “subir para cima” e todo mundo continua falando sem ao menos perceber. Como a canja de galinha, que ouvi, falei, e claro, comi, e que não pode ser de outra coisa… Ou alguém já ouviu falar em canja de peru? Imagina a torcida da faculdade, nos jogos universitários, gritando toda animada: “- É canja, é canja, é canja de peru! Arranja outro time e vai tomar… chapéu!”.
Manjar branco… aquele pudim de côco com ameixa em cima. Esse é outro exemplo, nunca vi manjar preto. Coxinha de frango… essa é pegadinha! Acabei descobrindo que se a gente sai de São Paulo, a variedade de coxinhas se multiplica. Na maioria das cidades do interior, ao pedir coxinha, perguntam se você quer de carne ou frango. E por mais bizarro que isso possa parecer, a de carne é a mais popular nessas cercanias. Em alguns lugares do nordeste, como Belém do Pará, a coxinha se torna ainda mais exótica, sendo apresentada nos sabores “siri”, “peixe”, “camarão”, “carne”, e também, a não mais tão óbvia, galinha. Agora, experimenta pedir um X-Salada em Santarém e depois me manda um e-mail contando da surpresa que você teve… essa não vou contar agora, mas quem é de Sampa não consegue nem fazer idéia do que vai achar entre o hambúrguer e a salada.
No related posts.
| Imprimir artigo | Este artigo foi escrito por Ricz em 12/11/2008 às 3:46 AM, e está arquivado em Papo de boteco. Siga quaisquer respostas a este artigo através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta ou fazer um trackback do seu próprio site. |


















