Centenário da Imigração
Segunda-feira, 23h, estou sentado na mesa da sala dando um tapa na estrutura do blog, pouco antes dessa última mudança de tema, quando olho pra frente e penso que tô vendo a encenação de uma piada. O Beto fazendo origami.
Tá, considero o origami uma forma de arte e não vejo nada de ruim em fazê-lo, mas o impacto do inesperado foi muito forte. Não conseguia parar de rir, e o Beto me olhando sem entender nada.
Na terça-feira, vejo o Beto com umas folhas impressas, instruções para fazer um “tsurú”. Na lata eu já disse que era moleza. Ele achou que eu estava brincando, e, durante os cinco minutos que passou na cozinha, montei o passarinho. Quando ele voltou, ficou me olhando com cara de tonto. Eu disse que sabia fazer…
E parecia que a casa tava mesmo em clima de centenário da imigração japonesa, pois na quinta-feira, coloquei um DVD pra assistir e adivinha… Era hora do origami, o Beto ficou dobrando papel até quase uma da manhã. Ainda intrigado, só fui descobrir o propósito de tanto origami quando na sexta-feira, quase três da manhã, vejo o trabalho pronto… Uma caixinha de papel colorido.
E assim, a namorada do Beto ganha um presente que não só levou mais de uma semana entre a preparação e a conclusão, como também celebra a tradição da terra do sol nascente.
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